Marinheiro diz que travesti o atraiu para armadilha

O marinheiro Humberto de Lima Teixeira, de 20 anos, que levou seis tiros, noticiado aqui no Vila da Penha Online, afirma que o travesti Didiêr Pereira Ferraz, conhecido como Estafane, atraiu-o para uma armadilha ao sair do Olimpo, na Vila da Penha.

Em entrevista à Rede Record, Humberto nega ter feito um programa com o travesti. Ele contou que teve o celular roubado por um grupo de travestis ao sair do banheiro dentro da casa de show. No fim da noite, Didiêr teria dito que tinha um telefone parecido com o da vítima em uma rua próxima.

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Segundo Humberto, ele acompanhou o travesti até uma rua, onde um grupo de pessoas o aguardavam. O marinheiro foi encontrado 12 horas depois com tiros no rosto, pescoço e peito, além de pancadas na cabeça. Ele ficou 44 dias no CTI (Centro de Tratamento Intensivo).

Segundo denúncia do Promotor de Justiça Alexandre Themístocles de Vasconcelos, titular da 6ª Promotoria de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos da Capital, na madrugada do dia 16 de março, Didiêr atirou contra a vítima, quando andavam pela rua Suruí, em Brás de Pina, após saírem do apartamento do acusado.

Consta no inquérito policial que eles haviam se conhecido na noite anterior, na Casa de Shows Olimpo, e depois se dirigiram ao apartamento de Didiêr. O travesti negou a acusação de tentativa de homicídio. Leia a reportagem sobre a prisão do travesti.

Você poderá assistir a reportagem e a entrevista com a vítima clicando no link
http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/marinheiro-sobrevivente-de-seis-tiros-diz-que-travesti-o-atraiu-para-armadilha-20120523.html.

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